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Pipocas com Caramelo Salgado
Encontrar um pretexto na cozinha para falar de música, pode parecer simplesmente despropositado e tonto. Mas, na realidade para nós não é.
Se, por um lado, nos deliciamos com os bons sabores do garfo, por outro, a música também compõe os aromas preferidos cá de casa.
Foi a música que nos juntou há 18 anos atrás, é pela música que “abdicamos” muito do nosso tempo livre e ela (a música) tem-nos trazido e fortalecido novas e bonitas amizades.
Cantamos no Coral Ossónoba há tantos anos que podemos resumir simplesmente que o fazemos há uma vida. Fazer parte deste grupo amador de cantores é fazer parte de um grupo de pessoas que duas vezes por semana (pelo menos) deixa as suas casas, à noite, para ensaiar. Aqui, a várias vozes mas todos na mesma direção, dissipam-se as diferenças de cada um, e é a genuinidade individual que enriquece a musicalidade transformada a partir de cada partitura, sob a orientação generosa do maestro, culminando em aplausos nos dias de concerto!
Foi a música que nos juntou há 18 anos atrás, é pela música que “abdicamos” muito do nosso tempo livre e ela (a música) tem-nos trazido e fortalecido novas e bonitas amizades.
Cantamos no Coral Ossónoba há tantos anos que podemos resumir simplesmente que o fazemos há uma vida. Fazer parte deste grupo amador de cantores é fazer parte de um grupo de pessoas que duas vezes por semana (pelo menos) deixa as suas casas, à noite, para ensaiar. Aqui, a várias vozes mas todos na mesma direção, dissipam-se as diferenças de cada um, e é a genuinidade individual que enriquece a musicalidade transformada a partir de cada partitura, sob a orientação generosa do maestro, culminando em aplausos nos dias de concerto!
Nem sempre as coisas são perfeitas, mas a beleza de juntar nota a nota, vidas dispersas numa melodia musical afinada, única, marcada no compasso certo, faz com que tudo, no final, faça sentido.
Diz-se que amador é aquele que ama de tal forma aquilo que faz, que o faz por qualquer desprendimento monetário. Não posso dizer que o fazemos em troca de nada, porque não é verdade. A verdade é que recebemos muito em troca: gargalhadas, histórias (algumas de vida), aplausos, amizades, partilha e, claro está, música.
E porquê esta conversa, hoje, a fugir dos habituais temperos do tacho?
Simplesmente, porque sim, porque estamos a terminar um ciclo de concertos em que interpretamos uma obra especial, orquestrada por duas pessoas de talento que são muito especiais para o Coral e muito queridas particularmente para nós.
Falamo-vos da Cantata Mundi, uma obra com músicas de Rodrigo Leão e arranjos e orquestração de Ana Margarida Encarnação e Rui Baeta, em que a inspiração profana e espiritual fazem harmonia num concerto de cerca de 50 minutos.O espetáculo, para além da participação dos três coros da Associação Grupo Coral Ossónoba (em palco convivem pessoas entre os 7 e os 77 anos), conta com a participação do profissional barítono Rui Baeta e de um grupo de músicos que compõem uma pequena orquestra com cordas, percussão e órgão.
Com uma sonoridade original vamos percorrendo o universo do caos e da ordem. Afinal "todos somos terra e céu" diz o mote da obra, e todos somos doce e sal, acrescentamos nós.
Se conseguirem ver nesta receia doce e salgada a harmonia que a música nos pode oferecer, óptimo. Se desse lado tudo isto parecer simplesmente estranho, não faz mal, aproveitem esta receita de pipocas caseiras doces e salgadas que são deliciosas!
Ah… e se ficaram com curiosidade sobre o espetáculo, ainda poderão assistir à Cantata Mundi, em Portimão, no próximo dia 22 de abril.

Diz-se que amador é aquele que ama de tal forma aquilo que faz, que o faz por qualquer desprendimento monetário. Não posso dizer que o fazemos em troca de nada, porque não é verdade. A verdade é que recebemos muito em troca: gargalhadas, histórias (algumas de vida), aplausos, amizades, partilha e, claro está, música.
E porquê esta conversa, hoje, a fugir dos habituais temperos do tacho?
Simplesmente, porque sim, porque estamos a terminar um ciclo de concertos em que interpretamos uma obra especial, orquestrada por duas pessoas de talento que são muito especiais para o Coral e muito queridas particularmente para nós.
Falamo-vos da Cantata Mundi, uma obra com músicas de Rodrigo Leão e arranjos e orquestração de Ana Margarida Encarnação e Rui Baeta, em que a inspiração profana e espiritual fazem harmonia num concerto de cerca de 50 minutos.O espetáculo, para além da participação dos três coros da Associação Grupo Coral Ossónoba (em palco convivem pessoas entre os 7 e os 77 anos), conta com a participação do profissional barítono Rui Baeta e de um grupo de músicos que compõem uma pequena orquestra com cordas, percussão e órgão.
Com uma sonoridade original vamos percorrendo o universo do caos e da ordem. Afinal "todos somos terra e céu" diz o mote da obra, e todos somos doce e sal, acrescentamos nós.
Se conseguirem ver nesta receia doce e salgada a harmonia que a música nos pode oferecer, óptimo. Se desse lado tudo isto parecer simplesmente estranho, não faz mal, aproveitem esta receita de pipocas caseiras doces e salgadas que são deliciosas!
Ah… e se ficaram com curiosidade sobre o espetáculo, ainda poderão assistir à Cantata Mundi, em Portimão, no próximo dia 22 de abril.
Mini-Tartes de Limão
"Trabalhosas, mas gostosas!" podia ser o slogan destas mini-tartes de limão. Bem, na verdade apenas a base dá algum trabalho, pois o recheio é bastante simples. Foi assim que um domingo à tarde foi preenchido: pegámos numa ideia da revista do pingo-doce, usámos uma outra receita de base de tarte que já tínhamos experimentado e que mostrou ser excelente, e juntámos com o recheio da revista (salvo seja...). O resultado foi delicioso! (ora digam lá que não têm vontade de dar uma dentada só de olhar para as fotografias?) 😋
Pêras com mel, nozes e canela
Para uma sobremesa moderadamente saudável e rápida, basta juntar às pêras um pouco de canela para enriquecer o sabor, nozes para textura e mel para adoçar!
Os pequenos não são fãs destas coisas (sim, queixam-se que não são sobremesas) mas os grandes gostam e ficam com a consciência um pouco menos pesada, convencendo-se que estão a comer fruta! :)
Para arriscar um pouco nos sabores, esmague uma vagem de cardamomo e polvilhe nas pêras - não ponha demasiado, pois o seu sabor intenso por estragar-lhe a sobremesa.
Cones de Gelado Caseiros
Após algum tempo de ausência, cá voltamos nós com mais umas sugestões (e desta vez esperamos voltar a ser mais regulares...).
Uma das coisas mais valiosas num gelado de cone é... o cone! ainda somos do tempo em que o normal era um cone com uma bolacha grossa, "quadriculada" e estaladiça, que não se desfazia nem ensopava à medida que o gelado ia derretendo. Agora é difícil encontrar cones como deve ser: o normal são aquelas "coisas" meio moles e sem sabor que parecem quase esferovite. Quem nunca teve o seu cone furado e a consequente roupa suja, que atire a primeira pedra!
É aqui que entra esta receita de hoje: uns cones muito simples e fáceis de fazer e também muito saborosos e estaladiços, que podem usar para colocar uma (ou duas) bolas de gelado ou até mesmo partir aos bocados e comer à dentada. Este gelado é de compra, mas podem também fazer o nosso gelado de café, que ótimo"
CheeseCake rápido de Copo
Há dias em que só uma sobremesa doce consegue adoçar o nosso dia e enquanto uma colher se segue à outra as papilas gustativas vão reconhecendo esta satisfação, o nosso coração acalma, e o nosso cérebro começa a relativizar. (bem, um ou dois copos de vinho podem fazer o mesmo efeito! :-))
E quando necessitamos desta terapia imediata de açúcar, não podemos esperar por uma sobremesa muito demorada de preparar nem que ela solidifique no frigorífico, não é verdade? Pois bem, este chesecake ultra rápido e super fácil é mesmo adequado para esses dias, porque fica imediatamente pronto para comer, para além de que fica com muito bom aspecto! Vá lá... não se façam de fortes e não resistam a experimentar esta maravilha.
... e obrigada à nossa amiga que nos ensinou a receita! ;-)
Tarte tatin de marmelo
O outono é sinónimo de marmelos! Cá em casa, o filho mais velho já se habituou a pedir marmelada à avó Otília que, quando chega esta altura, ruma à hortas de pessoas amigas para colher este fruto, que depois se transforma numa saborosa marmelada.
Este ano vi esta receita já antiga na Laranjinha e pedi à mãe que os marmelos que sobrassem me fossem oferecidos para fazermos esta tarte "ao contrário".
Já aqui referi que isto das receitas é como as histórias - “quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto” - e nós acrescentámos à receita original, a raspa e o sumo de um fruto também desta época – as clementinas (ou laranjas pequeninas como diz o mais novo cá de casa).
Servimos a tarte com gelado de noz e temos a dizer-vos que é muito saborosa. E é tão fácil de fazer que é pecado não experimentar!
Esta sobremesa rápida e deliciosa, acompanhada de um bilhete espontâneo de quem já sabe escrever, fez-nos ganhar o dia! ;)

Brigadeiros de Caipirinha
Depois de uns dias de férias em boa companhia onde se comeu e bebeu de forma quase pornográfica (mas consciente!), é altura de começar a pensar em ajustar novamente o corpo à roupa, que os tempos não estão para andar aí a renovar o guarda-roupa...
Bem, pensando melhor, e dado que ainda é agosto - o mês das férias - talvez possamos adiar isto até setembro... Sendo assim, vamos só colocar de lado as bebidas simultâneamente alcoólicas e calóricas, como a caipirinha...
Bom, já que vamos adiar as outras medidas dietéticas até setembro, talvez ainda possamos fazer um último excesso... Então "prontos", está decidido: adia-se tudo até setembro (depois dizemos o ano), e começa-se então a cortar nas coisas supérfluas (nada daqueles grandes e exagerados pratos de saladas nem de comer sopa a todas as refeições). Até lá, fica este "miminho" refrescante em forma de bomba calórica, ideal para a despedida das férias e do calor do verão. Bom regresso!
Uma espécie de Sabayon com espumante e morangos...
No dia em que decidimos fazer a açorda de camarão, tínhamos no congelador um fantástico espumante Martini Asti (se não provaram... não sabem o que perdem!), lembrámo-nos de uma receita que há uns tempos apanhámos o final de um programa do chef José Avillez, onde ele fazia qualquer coisa assim parecida (provavelmente muito melhor, já que não apontámos a receita e foi tudo mais ou menos "a olhómetro"). Assim, sacrificámos meio copo de espumante - sim, ponderámos muito bem os prós e os contras de "desperdiçar" e não beber aquele meio copo fresquinho :) - e preparámos este creme que é muito parecido com a sobremesa Sabayon (ou Zabaione, como preferirem...), só que em vez do tradicional vinho italiano Marsala ou dos nossos vinhos do Porto ou da Madeira, utilizámos o tal espumante... E não é que fica bem com o verão?
Arroz Doce
Sim, para mim também há pratos que se tornam mais especiais e mais saborosos se forem feitos por algumas pessoas. No fundo, acho que está essencialmente relacionado com a pitada de amor com que conseguem temperar as suas receitas.
O meu arroz doce também já anda na boca de alguns amigos como sendo o seu favorito. Sim, e eu fico toda vaidosa, porque sinto que aqueles baguinhos de arroz transportam o carinho que dedico nesta sobremesa, que já é a preferida de pessoas que me são especialmente queridas. E atrevo-me a dizer que a minha querida mãe e o meu querido sogro são os fãs número 1 do meu arroz doce! :-)
Qual é o segredo do meu arroz doce?
Uma raspa de limão junto aos ovos e o carinho com que giro a colher de pau no tacho, a envolver o arroz! :-)
"Empadas" de cereja e chocolate preto
Quando chega a época de determinados produtos, a vontade de experimentar novas receitas é uma constante... E com as cerejas não foi exceção! Estes bolinhos que batizamos de "empadas" pelas suas semelhanças visuais foram inspirados numa receita de um blog espanhol (kanela y limón) com o acrescento do chocolate preto, que combina muito bem com as cerejas. As cerejas, essas, não eram do Fundão como se desejaria, mas cumpriram bem a sua parte... Um doce a repetir!
Bolachas de amendoim com chocolate
Depois de uns dias de férias em família e rodeados de amigos, daqueles com ‘A’ maiúsculo, que mimam os nossos filhos com brincadeiras e risos, e com quem nos sabe bem partilhar a vida, aqui fica uma receita doce.
Umas bolachas de manteiga de amendoim e pepitas de chocolate, óptimas para um lanche e que os nossos “monstrinhos das bolachas” gostaram tanto que as comiam aos pares seguidos. Acabaram-se num instante!
Bolinhos de Chocolate com amendoim picante caramelizado
Esta receita é adaptada de um livro do Gordon Ramsay, com a única diferença que usámos formas de queques em vez de tarte e optámos por amendoins picantes em vez de salgados. Este é um doce de contrastes: o picante e doce dos amendoins caramelizados, o crocante dos amendoins e a massa quebradiça, o amargo do chocolate preto... é simplesmente delicioso! Não esquecer: a qualidade do chocolate é essencial para o resultado final!
Gelado cremoso de café
Vi esta receita num programa da Nigela e fiquei ansiosa para experimentar, porque gosto muito de café e porque ao vê-la fazer o doce pareceu-me uma “brincadeira de crianças” e o resultado final ficou inacreditavelmente cremoso.
O homem cá de casa ficou um pouco incrédulo, achando que sem máquina de fazer gelados a gulodice não podia ficar cremosa!
:-) Experimentem vocês e digam-me se fica ou não cremoso!!!!
Doce de nêsperas com especiarias
O que fazer a tantas nesperas oferecidas? Doce! Foi assim que aproveitámos algumas nesperas que não conseguíamos "despachar" e que se iriam acabar por se estragar. A combinação com as especiarias foi vista há uns tempos num blog que já não sabemos qual é... Por isso, se o(a) autor(a) se acusar, colocaremos aqui o link! :)
Ananás com creme de framboesas
Esta sobremesa é tão fácil, mas tão fácil que quase é uma vergonha partilhar convosco!
É muito fresquinha e saborosa e especialmente indicada para quem não gosta de sobremesas muito doces.
E só cá entre nós, fica um prato com muito bom aspecto, não fica? ;)
Rodelas de ananás || 50 gr. framboesas || 1 colher de sopa de água || 1 colher sopa açúcar amarelo || raspa de limão
Com a varinha mágica, triture as framboesas com a água.
Passe num coador a mistura para retirar as grainhas e coloque num tachinho pequeno.
Junte o açúcar amarelo e leve a lume médio até começar a borbulhar.
Retire do lume e adicione um pouco de raspa de limão.
Na altura de servir, basta colocar o creme das framboesas por cima do ananás!
Sugestão: se gosta de contrastes, experimente adicionar um pouco de sal em cima do ananás. Fica delicioso!
Morangos achocolatados
"Olh'ó moraaaango! É p'rá menina e p'ró menino... doce ou salgado?"
"Pucarinhos, pucaretes! Oh que lindos ramalhetes!Nem cozidos nem assados, nem comidos com colher!Não és capaz de adivinhar, nem prò ano que vier!"(adivinha popular)*
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