Sangria de Pêssego e Lima
Depois de andarmos muito tristes com medo que o verão português nos falhasse este ano, e isto seria uma grande tristeza a adicionar às nossas angustias diárias, parece que se enganaram e o verão afinal aí está! E chegou a sério... há até quem já se queixe que está demasiado calor!!! (Somos difíceis de contentar!!!)
Para estes dias quentes, vem mesmo a calhar esta sangria de pêssego e limas que é mesmo muito fresquinha... hummm... tenho calor.... quero um copo desta sangria, sff!!!
Hoje um Sopinha faz anos!
Sete anos… já ainda só passaram 7 anos que ele entrou na nossa vida e, no entanto, parece que sempre fez parte dela e que não haveria sentido para o nosso viver se ele não se tivesse juntado a nós.
No dia 7 de Julho de 2006, depois de mais um dia de trabalho como todos os outros, vieram os primeiros sinais de que ele já não queria estar no aconchego da minha barriga. E, antes do tempo previsto, deu sinal que queria sair e eu chorei porque ainda não era o tempo devido, porque a caminha dele ainda não tinha chegado, porque o quarto ainda não estava finalizado, porque ainda não tínhamos decidido o nome, porque eu não tinha ainda arrumado a papelada da minha secretária, porque ainda não tinha chegado a pessoa que substituiria no emprego, porque o pai estava num ensaio e eu não conseguia falar com ele… enfim, um não sei quantos de tolos ‘porques’.
E foi assim que desde o primeiro dia a sua vontade invadia a nossa vida, as prioridades inverteram-se e nós tornamo-nos três.
No dia 7 de Julho de 2006, depois de mais um dia de trabalho como todos os outros, vieram os primeiros sinais de que ele já não queria estar no aconchego da minha barriga. E, antes do tempo previsto, deu sinal que queria sair e eu chorei porque ainda não era o tempo devido, porque a caminha dele ainda não tinha chegado, porque o quarto ainda não estava finalizado, porque ainda não tínhamos decidido o nome, porque eu não tinha ainda arrumado a papelada da minha secretária, porque ainda não tinha chegado a pessoa que substituiria no emprego, porque o pai estava num ensaio e eu não conseguia falar com ele… enfim, um não sei quantos de tolos ‘porques’.
E foi assim que desde o primeiro dia a sua vontade invadia a nossa vida, as prioridades inverteram-se e nós tornamo-nos três.
Arroz Doce
Sim, para mim também há pratos que se tornam mais especiais e mais saborosos se forem feitos por algumas pessoas. No fundo, acho que está essencialmente relacionado com a pitada de amor com que conseguem temperar as suas receitas.
O meu arroz doce também já anda na boca de alguns amigos como sendo o seu favorito. Sim, e eu fico toda vaidosa, porque sinto que aqueles baguinhos de arroz transportam o carinho que dedico nesta sobremesa, que já é a preferida de pessoas que me são especialmente queridas. E atrevo-me a dizer que a minha querida mãe e o meu querido sogro são os fãs número 1 do meu arroz doce! :-)
Qual é o segredo do meu arroz doce?
Uma raspa de limão junto aos ovos e o carinho com que giro a colher de pau no tacho, a envolver o arroz! :-)
Camarões salteados com sementes de coentros
Andámos à procura das sementes de coentros junto às especiarias, porque as queríamos para cozinhar, bloqueámos os nossos pensamentos na questão gastronómica e não encontrávamos as ditas sementes.
Mas, os nossos queridos amigos do facebook responderam ao nosso pedido de ajuda e lá nos elucidaram "então, as sementes de coentros encontram-se na secção de jardinagem e sementes nas grandes superfícies"! Pois claro que sim... e nós que até já semeámos coentros cá em casa, não nos lembrámos logo disso! - DUH! :-)
Pois bem, as sementes de coentros podem também ser utilizadas para cozinhar saborosos pratos com um toque mais exótico. Estes grãos têm um sabor perfumado que nos lembra a casca de citrinos e salva, para além de emprestar uma textura diferente ao prato.
Desta vez, juntámo-las num prato de camarão e gostámos bastante. Na próxima vez, vamos ver como combinam com a carne. Estou convencida que combinarão na perfeição.
E vocês, já utilizaram sementes de coentros nas vossas receitas?
Gaspacho dos Sopas com melancia, acompanhado de queijo cabra com crosta de amêndoas algarvias e pãezinhos crocantes aromatizados
Cá em casa nem todos gostam de gaspacho. Aliás, só uma pessoa é que gosta realmente de gaspacho! Mas ainda assim, a "alembradura" desta receita veio também de quem não aprecia a iguaria "AlgarviAlentejanAndaluza". E assim aproveitámo-la para participar no desafio com sabor a verão do blog cinco quartos de laranja e do Bela Vista hotel & SPA.
A introdução da melancia em substituição do pepino na base do gaspacho (também há quem o conheça como Arjamolho) dá um ar mais fresco e frutado ao prato, que contrasta depois com paladar mais salgado e forte do queijo de cabra. Para lhe dar alguma textura, decidimos usar as nossas (deliciosas) amêndoas algarvias para criar uma crosta que é de comer e chorar por mais. Depois desta experiência, os próximos meses de verão vão ter muito gaspacho, isso é certinho!
... e até quem não gostava de gaspacho, comeu e deliciou-se!
Assadura à moda de Monchique
Ao olhar agora para estas fotografias, não consigo desviar os meus olhos da sangria! Está calor, um calor de verão, por estes lados, e vinha mesmo a calhar esta sangria tão fresquinha! Mas, pronto… este assunto fica para outro post.
A assadura à moda de Monchique é muito apreciada cá em casa, sobretudo nesta altura do ano, que pede comidas leves e simples.
Neste prato, as febras grelhadas ficam aprumadas com alhinhos picados, salsa, azeite e vinagre.
Podem aproveitar-se sobras de febras grelhadas noutra refeição e fica um prato “redon” ou “redondon” (com pronúncia francesa!) como diz a nossa prima Cristina e que significa “restos de ontem” ou restos “de antes de ontem”! :-)
Mas... com as febrinhas acabadas de grelhar, fica muito mais saboroso e se não resistir a umas batatinhas fritas, vai ficar ainda mais apetitoso.
Ah... e não se esqueça de saborear este prato com um sangria bem fresquinha!
Vales de Ambrães - Verde
Um vinho verde que experimentámos e gostámos bastante: muito fresco e aromático, apesar de ser diferente daquilo que se pode tradicionalmente esperar de um vinho verde - é um vinho mais robusto, e mais intenso. Para além disso, seguindo uma nova forma de fazer vinhos verdes que começa a ser recorrente, não tem as famosas "bolhinhas" que caracterizam este tipo de vinhos. Gostámos bastante e o preço é aceitável: cerca de 3,5€.
O nosso palato:





A nossa carteira:




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