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EA Cartuxa Branco - Alentejo

Um vinho da Fundação Eugénio de Almeida, que mudou de rótulo recentemente. Como bons entendedores de vinho que somos, muitos dos vinhos que bebemos respeitam critérios apertadíssimos na escolha do mesmo, como por exemplo... se o rótulo é bonito ou não... ;)
Neste caso, graças à tal mudança de rótulo, este "deu vontade" de comprar... e ainda bem que assim foi, pois este vinho mostrou ser muito bom (ou então era da comida/companhia!).
O vinho é muito suave e com aromas muito agradáveis. As nossas (minhas e dela) capacidades "enológicas" são tantas e tão boas que ela achou o vinho "muito fresco, mineral e até parecia que tinha bolhinhas"; eu, achei mais suave e cremoso e amanteigado - foi uma expressão nova que li recentemente da descrição dos sabores do vinho e achei que ficava aqui bem... No fundo, bebemos o mesmo vinho e descrevemo-lo de formas opostas, mas no fim o que interessa é que gostámos os dois e pouco ficou para contar história.
Dizem os sites (ligeiramente mais) entendidos na matéria que o vinho "Apresenta uma cor citrina com reflexos esverdeados. Aroma frutado e intenso, com notas de pêra e pêssego maduro. Ligeiro aroma mineral. Bom equilíbrio."
Tecnicismos à parte, o vinho soube realmente bem e e custa cerca de 4/5€. É certamente para voltar a beber!

O nosso palato 



A nossa carteira

Entre II Santos - Tinto - Bairrada


O bom vinho escusa pregão
À falta de comida, ficamos com a bebida! Não temos nenhuma ideia de prato para vos apresentar, mas uma ideia para encher o copo fica sempre bem, ainda mais que o fim de semana está aí à porta e experimentar um vinho diferente (e bom) faz bem à alma.
Este vinho, que o conhecemos primeiramente na versão branco, é um vinho da bairrada cujo nome deriva da localização das vinhas: entre São Lourenço do Bairro e São Mateus (Anadia).
É um vinho que se compra por cerca de 4€ e que é, essencialmente, muito fácil de gostar. Não é um vinho muito encorpado, e por isso vai bem quase com qualquer coisa!
O nosso palato: 
A nossa carteira (relação qualidade/preço): 


Quinta da Penina Tinto - Algarve


... e porque no Algarve também se fazem bons vinhos que nem sempre são devidamente reconhecidos, mostramos este tinto que provámos e que se mostrou muito suave e a um preço muito razoável. As notas de prova "oficiais" falam em "aromas de frutos vermelhos maduros; na boca é equilibrado, frutado com um final envolvente elegante e fácil para o consumo do dia-a-dia". E pronto... não sendo tão poética quanto outras, esta descrição assenta-lhe que nem uma luva!
O nosso palato: 

 A nossa carteira: 



Dona Ermelinda Branco 2012 - Palmela


Ora cá está um vinho que já foi alvo de paixões e ódios cá por casa. Da colheita de 2010, várias garrafas se beberam com prazer (com a devida moderação, claro...); da colheita de 2011, algumas se experimentaram e mal se conseguiram vazar... De um ano para o outro, este vinho não só perdeu qualidades como ficou, para a nossa boca, quase intragável!
Podem apresentar-me os prémios e respetivos selos que quiserem, mas não mo fazem beber. Parecia que estava a beber um frasco de aroma de baunilha com água de rosas misturada (desculpe lá Dª Ermelinda...). Voltámos a dar uma oportunidade à senhora, mas agora no ano 2012: e felizmente voltou ao que era em 2010 - um vinho cheio de energia, com aroma a fruta e doce q.b.
Bem bom, para acompanhar um peixinho grelhado ou um prato de marisco... e o preço anda à volta dos €4.

O nosso palato:

A nossa carteira:

Terras de Felgueiras - Espadeiro (vinho verde)


Este vinho verde (sim, verde - não é engano na escrita nem má fotografia) é produzido com a casta espadeiro, uma casta tinta da região dos vinhos verdes. É um vinho discreto mas com uma cor rosa intensa, um aroma muito fresco e com a presença inequívoca das bolhinhas de gás. Nesta época de verão, bem fresquinho, sabe-nos bem com marisco, peixe, saladas ou até só como aperitivo! Vale a pena experimentar, até porque vende-se nos supermercados a um preço razoável - cerca de 2 €. Tenham só em atenção que há o "rosado" e o "espadeiro" com rótulos muito idênticos...



A nossa carteira: 


O nosso palato:


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